segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Actividades Realizadas em 2007
Por ordem cronológica:
27 de Outubro - Serra da Lousã - Trilho do Talasnal
13 de Outubro - Serras do Porto - Trilho da Senhora do Salto
8 de Setembro - Serra do Gerês - Trilho pelo Rio Arado ao Vale da Teixeira e Rocalva
11 de Agosto - Serra da Freita - Rota do Ouro Negro
7 de Julho - Serra da Peneda - Trilho Pertinho do Céu
sábado, 7 de julho de 2007
Trilho Pertinho do Céu - Serra da Peneda
Aqui algumas fotos tiradas em 07-07-2007!
Aqui começou a era das minhas caminhadas, a sério, graças (ou desgraças) ao Carlos da EGF...
depois de uma subida de 2 km's que ia deitando por terra as nossas esperanças de chegarmos todos juntos ao fim ;-)

lá chegamos à primeira aldeia e fizemos um percurso mais plano para nos animarmos de modo que quando chegamos a S. Bento do Cando já consegui tirar algumas fotos (antes só filmei).

o que a foto não descreve é a musica pouco tradicional, mas muito pimba, com que aos gritos, a aldeia, nos recebeu...
aqueles altifalantes ouviam-se desde a aldeia mais próxima...
só pra não dizerem que na aldeia é um sossego!!!
se nos conseguíssemos alhear do barulho a aldeia até que era gira conforme as silenciosas imagens o podem comprovar...

aproveitamos para retemperar forças no primeiro bar que encontramos e assim podermos prosseguir para o resto da caminhada que ainda estaria para aí a meio.
a atracção principal é mesmo aquele enorme maciço rochoso
Aqui começou a era das minhas caminhadas, a sério, graças (ou desgraças) ao Carlos da EGF...
depois de uma subida de 2 km's que ia deitando por terra as nossas esperanças de chegarmos todos juntos ao fim ;-)
lá chegamos à primeira aldeia e fizemos um percurso mais plano para nos animarmos de modo que quando chegamos a S. Bento do Cando já consegui tirar algumas fotos (antes só filmei).
o que a foto não descreve é a musica pouco tradicional, mas muito pimba, com que aos gritos, a aldeia, nos recebeu...
aqueles altifalantes ouviam-se desde a aldeia mais próxima...
só pra não dizerem que na aldeia é um sossego!!!
se nos conseguíssemos alhear do barulho a aldeia até que era gira conforme as silenciosas imagens o podem comprovar...
aproveitamos para retemperar forças no primeiro bar que encontramos e assim podermos prosseguir para o resto da caminhada que ainda estaria para aí a meio.
a atracção principal é mesmo aquele enorme maciço rochoso
sexta-feira, 9 de setembro de 2005
MORDEDURA DE VÍBORA - O QUE FAZER:
É importante distinguir entre a víbora, geralmente venenosa, e a cobra, habitualmente inofensiva! Importa salientar que normalmente o que se vê são cobras!
Se não aparecerem sinais inflamatórios nos primeiros 30 minutos, a probabilidade de inoculação do veneno é baixa.
A lesão cutânea inicial consiste em dois pontos vermelhos, dolorosos, separados aproximadamente por 1 cm, correspondendo ao local de inoculação do veneno.
A dor imediata ocorre em mais de 90% dos casos.
Cerca de 30 minutos depois surge edema resultante da lesão dos pequenos vasos e, horas mais tarde, bolhas serosas ou hemorrágicas e/ou equimoses.
Alguns doentes descrevem um sabor “metálico”, a “borracha” ou a “menta”.
A morte é rara, associando-se, na maioria dos casos, a infecção secundária e, num menor número de casos, a paralisia dos músculos respiratórios, edema pulmonar ou paragem cardio-respiratória.
A abordagem do doente no local do acidente é extremamente importante:
O doente deve ser mantido em repouso, pelo facto da actividade muscular aumentar a difusão do veneno, e com a extremidade afectada abaixo do nível do corpo, para evitar o retorno venoso.
A ferida deve ser limpa e desinfectada com água e sabão e, se possível, com anti-séptico (tendo em atenção evitar o uso daqueles que alterem a coloração da pele, impedindo a detecção do aparecimento de futuras lesões) e, posteriormente, coberta com penso esterilizado.
Se possível, aplicar sacos com água fria ou toalhas molhadas sobre a extremidade afectada, mas não gelo.
Caso haja necessidade, analgesiar o doente com paracetamol.
Após estas primeiras medidas de actuação imediata está indicado:
tentar identificar a vítima,
contactar o 112
ou o centro de informação antiveneno (CIAV)
através do nº 808 250 143
e evacuar a vítima para o centro especializado mais próximo.
Medidas NÃO aconselháveis
(e que antigamente nos diziam para fazer):
Realização de incisões à volta da ferida - Aumenta o risco de penetração do veneno e de infecção secundária.
Sugar o veneno com a boca - Pode haver envenenamento do salvador, se este possuir pequenas feridas na boca ou cáries dentárias, para além de que a quantidade do veneno que se retira ser extremamente pequena.
Colocação de torniquetes - Aumenta a sintomatologia local, pode causar isquemia da extremidade afectada e, quando removidos, permitem que o veneno entre na circulação sanguínea em elevada quantidade.
Outras Medidas como Aplicar lexívia, permanganato de potássio ou barro sobre a ferida / Recorrer a crioterapia (gelo) ou choques eléctricos.
Medidas que deverão ter aconselhamento médico:
Administração de antiveneno - Está indicada na presença de agravamento das manifestações locais e/ou aparecimento das manifestações sistémicas.
Fonte: Revista da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, Vol.12 | Nº 3 | Jul/Set 2005
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